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Retrato

Nathalie Decoster em suas almas no equilíbrio ao longo do tempo, seus homens e mulheres (seus mensageiros) perseguindo o tempo perdido, vamos voltar com uma pirue ta às nossas angústias do homem moderno.
O MuBE convida Nathalie Decoster a apresentar uma monografia para a Bienal de Arte Contemporanea de São Paulo (Outubro de 2010 – Janeiro de 2011). Artista consagrada, e la teve a honra de ser convidada para expor suas esculturas monumentais no Champs-Elysées, em Dezembro de 2008.
Ele sempre faz suas esculturas geométricas, com figuras e personagens de bronze que evoluem em estruturas para contar as histórias bemhumoradas e filosóficas que nos afetam a todos.
Nathalie Decoster em suas almas no equilíbrio ao longo do tempo, seus homens e mulheres (seus mensageiros) perseguindo o tempo perdido, vamos voltar com uma pirue ta às nossas angústias do homem moderno.
A pureza das linhas associadas a ela “famoso” mensageiro contribui para este trabalho profundamente humano um grande poder de expressão. A diferença entre o homem pequeno e os símbolos gigantes que enfrenta sem um plano através, nomeadamente, cria uma sensação de infinito.
No entanto na obra de Nathalie Decoster ela trata essa questão como uma eterna filosofia de contemplação e serenidade.
Sua linguagem é ligada a uma visão da mulher e do tempo estóico e nossa frágilidade humana. Assim, o tempo é mais frequentemente representado por um círculo com uma linha reta, fazendo referência à repetição das estações em um ciclo eterno e tranquilizador. Ela desenvolve vários temas sobre a condição humana.
Nathalie Decoster ilustra a fragilidade humana em particular, uma vez que se orgulha de uma abordagem interessante para o ser humano.